One, Two, Taste
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Ingredientes One Two Taste
Açafrão

O seu sabor é apimentado, quente e amargo, enquanto a sua fragrância é suave e ligeiramente semelhante à da laranja e gengibre, das quais é familiar. Para a nutrição humana, adquire especial importância pelo teor de manganésio e ferro que possui.


Aipo

Apreciado na Roma Antiga pelas suas propriedades afrodisíacas, o Aipo é um legume que pertence à mesma família da cenoura, nabo, salsa e coentros. Originário das regiões mediterrânicas do Norte de África, do Sul da Europa, bem como dos Himalaias, é uma fonte importante de fibra, vitamina C, potássio, cálcio, sódio, magnésio e fósforo, destacando-se como antioxidante e pelo aumento da resistência a infecções.


Alho

Muito apreciado pelas suas propriedades terapêuticas, já os antigos Egípcios o utilizavam, tanto para curar maleitas como a lepra e as hemorróides, como para dar força e resistência aos escravos que construíram as pirâmides. As suas propriedades anti-microbianas e os seus benefícios para o coração e circulação sanguínea começaram a ser valorizados desde a Idade Média. O alho é uma boa fonte de vitaminas B6, assim como de potássio, fósforo e magnésio.


Alho francês

Presume-se que o alho francês, também conhecido como alho-porro, tenha a sua origem na Ásia Central. Começou por ser utilizado pelos antigos Egípcios, Gregos e Romanos que depois o levaram para diversas partes da Europa.
Pertence à mesma família dos alhos e cebolas, tendo em comum os antioxidantes que combatem radicais livres.
O alho francês é um legume que se destaca também pelas quantidades de vitamina C, ferro, folato e vitamina B6.


Atum

Os atuns (género Thunnus) são dos peixes mais apreciados em todo o mundo, em parte devido à popularidade do atum em lata. Na Grécia Antiga, já se usava conservar o atum em azeite ou salmoura. Os seus sucessores romanos preferiam o atum fresco e eram bastante exigentes na escolha, o bom atum tinha de vir de Bizâncio (actual Istambul) e ser pescado em épocas específicas do ano. Alguns séculos depois, os habitantes do sul da Sicília iniciaram a tradição de preparar grandes quantidades de atum em conserva, a forma mais popular de consumo até hoje no Ocidente. Como o atum só aparecia nas águas daquela região por um curto período de tempo, os sicilianos, a partir do século V, começaram a cortar os peixes obtidos no período de pesca em pequenos pedaços e salgá-los para que se conservassem por mais tempo. Este método de conservação permitiu que o atum fosse levado para cidades longe do mar. Este tipo de peixe encontra-se nas mais diversas águas do mundo: do Mar Mediterrâneo ao Mar Negro, do Pacífico ao Atlântico passando pelo Índico. A sua carne é firme e densa e tem o sabor e textura mais carnudos de qualquer peixe. É um alimento densamente nutritivo. É uma excelente fonte de proteína de alta qualidade, é rico numa variedade de nutrientes importantes, incluindo os minerais selénio, ferro, magnésio, potássio, fósforo, sódio, e as vitaminas do complexo B, niacina, B1, B6 e B12. Os peixes de água fria, como o atum, são uma fonte rica de ómega 3. É conhecido por proporcionar benefícios a nível cardiovascular, arritmias, inflamações, controle de obesidade, eliminação de toxinas e redução do risco de alguns cancros.

Azeite

É a gordura por excelência da cozinha mediterrânica. É um grande aliado do seu coração, através dos seus ácidos gordos monoinsaturados que ajudam a controlar o colesterol. É também um bom amigo da sua pele, porque contém antioxidantes que ajudam a prevenir o envelhecimento.


Bacalhau

O bacalhau é um peixe que pertence à família Gadidae, cuja espécie mais consumida e reputada é o Gadus morhua. Habita as águas frias do Atlântico Norte e Árctico, especialmente ao largo da Noruega, Gronelândia, América do Norte e Islândia. O povo Português foi o responsável pela introdução do bacalhau nos hábitos alimentares dos humanos, no século XV. De forma a garantir a sua preservação, durante as longas temporadas de pesca, o bacalhau era salgado. Tendo revelado ser adaptável a este método de conservação mantendo as suas características gustativas. Com efeito, o bacalhau ficou acessível à maior parte da população da época, que o elegeu como ingrediente especial na sua culinária. Na nossa cultura, a forma mais frequente de adquirir bacalhau é seco e salgado, sendo posteriormente demolhado para ser consumido, mas também se pode encontrar bacalhau fresco e congelado, bem como alguns alimentos derivados do bacalhau, como as ovas e o óleo de fígado de bacalhau. Actualmente, Portugal é o maior e principal consumidor a nível mundial. O bacalhau é considerado um peixe magro graças ao seu baixo teor lipídico, predominando os ácidos gordos polinsaturados, que beneficiam a função cardiovascular e contribuem para uma boa tensão arterial, entre outros benefícios. No entanto, o teor em colesterol é elevado relativamente a outros peixes. É rico em proteínas de elevado valor biológico e ainda se destaca o elevado conteúdo em vitaminas A, E, B6 e B12. Podemos ainda realçar o elevado teor em sódio, cálcio, fósforo e magnésio.


Castanha

Actualmente considerada como uma iguaria de Outono, a castanha foi um importante alimento para o Homem desde a Pré-História, dada a sua riqueza nutricional, sendo uma relevante fonte de energia. Em tempos de Inverno, quando o pão escasseava, a castanha era consumida como substituto. Embora seja uma semente, como a noz, tem muito menos gordura e muito mais amido (um hidrato de carbono), o que lhe confere variadas possibilidades de uso na alimentação. Por outro lado, o seu conteúdo em água ronda os 50 %. Todas estas características fazem da castanha um fruto de teor calórico muito inferior aos restantes frutos de Outono. Devido à sua consistência e à riqueza em fibras, uma pequena porção de castanhas é suficiente para satisfazer o apetite. Entre os sais minerais presentes na castanha destacam-se o potássio e o ferro, importantes no exercício físico intenso. Contém igualmente magnésio, útil para nos aliviar da fadiga e do stress, e é rica em vitaminas C e B6. É apropriada para períodos de convalescença, sendo por vezes recomendada para casos de gota e doentes do fígado e rins. Como puré é bem tolerada por quem sofre de problemas gástricos.”
Cebola

As cebolas podem trazer atrás uma lágrima no olho, mas certamente trazem deleite e sabor às suas papilas gustativas. É um alimento com baixo valor energético pois o seu teor em água rodeia os 94%. Há que salientar a importante contribuição da fibra; de vitaminas, nomeadamente a C, E e as do complexo B (ácido fólico, B3 e B6) e minerais, tais como potássio, fósforo, cálcio e magnésio. Além destes, ainda fornece uma quantidade considerável de alguns oligoelementos, como ferro, cobre, crómio, manganésio e molibdénio.


Cogumelos

Os cogumelos são tão misteriosos quanto são deliciosos. Embora sejam muitas vezes confundidos e preparados como legumes, os cogumelos são na realidade fungos, um tipo especial de organismo vivo que não tem raízes, folhas, flores ou sementes. Embora possam ser cultivados, os cogumelos crescem de forma selvagem em muitas regiões do mundo.



Cominhos

O cominho é a semente seca da erva Cuminum cyminum, estando disponível tanto em semente como em pó. Pertence à família Apiaceae, que inclui outros distintos membros como a salsa, o aneto, o aipo, o coentro e a cenoura. É uma especiaria muito antiga, originária da bacia mediterrânica, tendo sido utilizada por várias civilizações desde a Antiguidade, desde os egípcios, os romanos e chegando até aos árabes, onde conquistou estatuto primordial na culinária persa. Actualmente é muito utilizada na Turquia, principalmente em licores e na própria alimentação. De sabor muito característico, algures entre o da pimenta e o do anis, é muito apreciado não só no Médio Oriente, mas também na Índia, Sri Lanka, Nepal, Uzbequistão, China e México. São cultivados essencialmente no Norte de África, nos Países do Médio Oriente, Índia e México. É rico em ferro e manganésio, sendo associado a benefícios para a saúde como a tonificação de órgãos digestivos, sistema imunitário e prevenção de cancros.
Courgette

A courgette ou abobrinha (Cucurbita pepo) é um membro da família Cucurbitaceae e prima do melão e do pepino. Existem muitas variedades distintas em termos de cor, forma, tamanho e sabor, mas todas partilham características comuns. Ainda que num contexto culinário seja tratada como um vegetal, sendo normalmente cozinhada e servida como parte do prato principal ou acompanhamento, em termos botânicos a courgette é um fruto imaturo, sendo mais sensível e perecível do que a "irmã” abóbora. A totalidade da courgette é comestível, incluindo polpa, sementes e pele e em alguns casos, a flor. O sabor delicado, suave e cremoso da polpa branca é uma perfeita adição a qualquer refeição estival, sendo muito utilizada em sopas, saladas e como tempura. Embora estivesse no passado apenas disponível durante o Verão, hoje pode ser adquirida em qualquer altura do ano, embora seja entre Maio e Julho que está ao seu melhor nível. É originária do continente americano, do Peru até ao sul dos Estados Unidos, mas uma das suas variantes mundialmente mais famosas – o Zucchini – foi desenvolvido em Itália, muito depois de ter sido trazida do Novo Mundo. A abobrinha é pouco calórica e rica em ácido fólico, potássio, manganésio e vitamina A, sendo o seu consumo considerado benéfico para curas de emagrecimento, tratamento de gastrites, colites, irritações do cólon e afecções cardiovasculares.

Couscous

É um prato originário do Magreb, região do Norte de África.
São minúsculas bolinhas de massa feitas à base de sêmola de trigo ou milho. É uma boa alternativa para variar o acompanhamento de pratos de carne e de pescado, bem como para saladas. O Couscous é rico em hidratos de carbono complexos e em vitaminas B6.


Espinafres

O Espinafre é uma hortaliça com elevada densidade nutricional, pois oferece simultaneamente baixo valor energético e elevado teor vitamínico e mineral. Destacam-se os teores das vitaminas A, B2, B6, C, E, K e folatos e dos minerais magnésio, ferro, cálcio, potássio, fósforo. É também uma fonte considerável de fibra alimentar.


Figo

Os figos são caracterizados pela sua estrutura carnuda e suculenta, e muito doce. O figo é um fruto que se caracteriza por ser uma boa fonte de fibras alimentares e potássio. É um fruto altamente energético pois é rico em açúcar. O figo seco é uma boa fonte de cálcio.



Funcho

O funcho (Foeniculum Vulgare), também conhecido por anis-doce ou erva-doce, é uma planta umbelífera muito aromática que é utilizada em culinária, perfumaria, como planta medicinal e como aromatizante no fabrico de bebidas espirituosas. É nativo da bacia do Mediterrâneo, sendo actualmente cultivado, sob diversas variedades, em todas as regiões temperadas e subtropicais. A sua reputação remonta às mitologias clássicas. Na Grega, o funcho ficou associado a Dionísio, o Deus Grego dos Alimentos e do Vinho, fazendo também parte da mitologia popular que nos diz que foi através de um caule de funcho que o conhecimento dos deuses transitou para os homens. O funcho é composto por um bolbo branco ou esverdeado, a partir do se desenvolve o caule, coberto por ramagens verdes, onde crescem flores e se produzem sementes. Bolbo, caule, folhas e sementes, todos são comestíveis. A presença aromática do funcho é muito característica, fazendo lembrar o licor de anis. A textura é similar à do aipo, ou seja, crocante e ligeiramente estriada. Utilizado em pequenas concentrações, dá um aroma e sabor discretos, semelhante ao mentolado, mas bastante mais suave e doce. É frequentemente utilizada na cozinha mediterrânica como planta aromatizante em fresco como parte de saladas. Pode também ser incorporado em sopas, em particular sopas frias. Um dos pratos típicos dos Açores é uma sopa de feijão e inhame com folhas e caules tenros de funcho. As sementes secas são utilizadas em chás e tisanas e como aromatizante em licores e destilados e até na produção de especiarias. As suas raízes são consideradas como tendo propriedades diuréticas. O chá de semente de funcho é utilizado para reduzir os gases intestinais, incluindo na primeira infância e em crianças lactentes. O anetol, o composto que lhe dá o cheiro e sabor característicos, é considerado estimulante das funções digestivas.
Grelos

Os grelos são as folhas verdes da planta do nabo, ricos em ácido fólico.
O seu ligeiro sabor amargo é na realidade muito apreciado sendo utilizado na confecção de sopas da cozinha de todo o mundo, com especial destaque para a cozinha sul-americana e mediterrânica.


Manjericão

Nativo da Índia, onde é considerado uma planta quase sagrada, o manjericão (Ocimum basilicum) é uma das mais importantes ervas culinárias. A sua mística espalhou-se pelo mundo, sendo usado pelos gregos ortodoxos em rituais religiosos e no interior do México como "talismã do amor”. Com folhas decorativas e saborosas, dão um toque poético a diversos tipos de pratos. Também conhecido por basílico, é uma planta de intensa fragrância cujas folhas verdes são usadas como tempero aromático em diferentes tipos de comida. Enquanto erva culinária, ganhou especial notoriedade desde que o pesto, uma mistura de manjericão, pinhões e queijo parmesão, se popularizou. Saladas, pratos de massa, omeletes, sanduíches e molhos à base de tomate são outras das suas utilizações mais populares. O manjericão aparenta-se com a hortelã-pimenta, o que não surpreende uma vez que pertencem à mesma família. É rico em vitamina K, Ferro, Cálcio e vitamina A. As suas folhas são conhecidas como um sedativo natural para tratar de enjoos, vómitos e dores de estômago. Ajuda no tratamento de infecções de pele, em uso externo, bem como repelente natural de insectos. Por último, é bastante apreciada como planta ornamental devido às suas belas flores.

Mozzarella

A mozzarella é uma variedade de queijo de origem italiana, cuja receita tradicional e certificada contempla exclusivamente o uso de leite de búfalo-asiático domesticado na sua confecção, sendo designado como Mozzarella di Bufala. A sua forma tradicional é uma espécie de macias bolotas de cor branca, conservadas em soro. O seu nome deriva do seu método de fabrico, sendo um diminutivo de mozza e mozzare, que significa corte e cortar, num dialecto Napolitano falado na Campânia. No seu fabrico artesanal, o mestre queijeiro amassa e estica o coalho com as suas mãos, até obter uma pasta suave e brilhante, que é então cortada e enrolada em pedaços que formam o queijo individual. No entanto, existem outros tipos de mozzarella, nomeadamente a que é feita com leite de vaca (mozzarella fior di latte), a que é feita de leite total ou parcialmente desnatado, muito utilizada na indústria agro-alimentar ou a fumada (affumicata). A mozzarella pode ser fresca, normalmente enrolada em bolas que vão desde 80 gramas até 1 quilo, ou semi-seca, apresentando-se então mais consistente e compacta, muito utilizada na preparação de receitas de forno como a lasanha e a pizza. Existem também os Bocconcini, que são as pequenas bolas de mozzarella semi-mole do tamanho de um ovo, feitas de uma mistura de ambos os leites e por vezes natas frescas, que tipicamente estão disponíveis em todos os supermercados e cuja aplicação culinária mais famosa é a Insalata Caprese, onde faz parceria com o tomate e o manjericão, especialmente indicada para acompanhar massas.

Noz

Fruto seco rico em gorduras benéficas para o coração. A noz faz parte do grupo de frutos gordos de consumo regular na dieta mediterrânica.


Orégãos

Apesar de muitas pessoas pensarem na pizza quando pensam em orégãos, esta erva maravilhosa pode adicionar um sabor quente, balsâmico e aromático aos mais variados pratos, especialmente os da cozinha mediterrânica.
Os orégãos são conhecidos na botânica como Origanum vulgare e são chamados de manjerona silvestre em muitas partes da Europa, uma vez que estão intimamente relacionados com a erva que conhecemos como manjerona doce. O seu nome deriva das palavras gregas «oros» (montanha) e «ganos» (alegria) visto que não só era um símbolo de felicidade como tornava lindos os montes onde crescia. Os orégãos são uma fonte de vitamina A, C e K, ferro, manganês, fibras, cálcio, magnésio e ómega 3.


Pão

Estima-se que o primeiro pão tenha sido feito há mais de 10 milénios e desde então afirmou-se gradualmente como a base da alimentação humana, de forma transversal a todas as geografias e culturas. A receita do pão é simples: farinha de um ou mais tipos de cereais (milho, trigo, centeio, etc.), água e sal. É um alimento rico em sais minerais e hidratos de carbono, em especial o amido, hidrato de absorção lenta que promove a sensação de saciedade durante mais tempo. A expressão "o pão engorda” é no mínimo injusta, porque quase sempre é aquilo que se coloca dentro que traz os lípidos e açúcares indesejados. De forma moderada, o pão é recomendável em qualquer dieta.


Pimento Morrone

Os pimentos são vulgarmente considerados legumes, de cores variadas e comumente com forma de sino, embora a sua composição os tipifique como frutos. Apesar da sua paleta de cores, todos pertencem à planta "Capsicum Annuum”, membro da família "Nightshade”, que também inclui a batata, tomate e beringela. O pimento tem uma textura crocante e ligeiramente aguada. Os verde e roxo têm um sabor ligeiramente amargo, enquanto que o vermelho, laranja e amarelo são adocicados. O pimentão-doce e paprika são preparados a partir dos pimentos de cor vermelha. Os pimentos são nativos do México, América Central e do norte da América do Sul. Devido a beleza de seus frutos, há quem os cultive como plantas ornamentais. Devido ao seu elevado conteúdo em água e baixo teor energético, o pimento é adequado para uma dieta de controlo de peso. Adicionalmente, sendo rico em fibra promove uma maior sensação de saciedade e favorece o trânsito intestinal, o que ajuda a regular o apetite e, assim, a manter um peso saudável. O pimento é rico em vitamina A, C e E, que são antioxidantes e ajudam a proteger das agressões, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares e cancro. O elevado teor de potássio e baixo em sódio favorece um equilíbrio adequado dos fluídos corporais e uma eliminação mais eficaz de fluídos excessivos e toxinas. Além disso, o potássio intervém na contracção muscular e do ritmo cardíaco e na regulação da tensão arterial.

Presunto

O presunto é um produto alimentar obtido a partir das pernas traseiras do porco, salgado em cru e curado de forma natural. Muito apreciado como entrada de refeição, o presunto é consumido como petisco, recheio de sanduíches e pizzas e outros produtos, como o folar salgado. Em Portugal, as principais variedades são o presunto de Chaves e Terras do Barroso, no Alto Trás-os-Montes, e o Alentejano (ibérico. Os primeiros registos referentes ao presunto remonta ao período do Império Romano, embora os primeiros porcos da Península Ibérica tenham sido trazidos pelos Fenícios. É provável que as atuais raças resultem do cruzamento destes porcos com os javalis que por cá existiam. As condições naturais de criação destes porcos, feita em regime extensivo, com alimentação constituída pelos produtos naturais das regiões onde crescem, conferem à sua carne características próprias e diferenciadas, ocorrendo o abate entre os dezasseis e os dezoito meses (fonte: Wikipédia)

Queijo Feta

Feta é um queijo coalhado típico da Grécia, feito tradicionalmente com leite de cabra e de ovelha. Desde 2005 que é uma denominação de origem controlada na União Europeia, o que implica conter pelo menos 70% de leite de ovelha e o restante de cabra. Fora da UE, queijos vendidos comumente como 'feta' podem incluir leite de vaca ou até ser inteiramente feito dele. É um queijo envelhecido, salgado e salmourado em água e soro de leite por diversos meses. O queijo, de coloração branca e normalmente agrupado em "bolos" quadrados, seca rapidamente se retirado desse soro. A sua consistência varia entre o mole e o semiduro, com um sabor pungente e salgado que pode ser suave ou acentuado. É servido como queijo de mesa, assim como em saladas, empadas, tortas e outros alimentos assados, em especial aqueles com massas folhadas - como o spanakopita ("torta de espinafre") e tyropita ("torta de queijo"). Também pode ser grelhado como parte de uma sanduíche. A presença de queijos semelhantes ao feta, coalhados e salmourados, é conhecida na região mediterrânica há muitos séculos. O primeiro registo conhecido datará do Império Bizantino, sendo especialmente associado à ilha de Creta. Crê-se que o termo grego féta vem da palavra italiana fetta ("fatia"), que por sua vez virá do latim offa ("mordida", "bocado"). Terá sido adoptada pelos gregos no século XVII, provavelmente referindo-se ao método de se cortar o queijo em finas fatias antes de servi-lo ao prato.

Queijo fresco

Os queijos frescos destacam-se pelo seu conteúdo em proteínas de alto valor biológico, cálcio de fácil assimilação, fósforo, vitaminas do complexo B (principalmente B2, B12 e Niacina) e vitaminas lipossolúveis como a vitamina A e a vitamina D. O seu teor em gordura varia com o leite que lhe dá origem bem como o sabor.


Salmão

O salmão é classificado como um peixe gordo, possuindo um teor elevado de ácidos gordos polinsaturados, rico em ómega 3 essencial para o bom funcionamento do coração.
Possui proteínas de elevado valor biológico (que contêm todos os aminoácidos essenciais ao homem e que só podem ser adquiridos através da alimentação). Destaca-se ainda o teor de vitaminas lipossoluveis: A,D,E e K bem como o seu conteúdo em vitaminas B6 e B12. Nos minerais destacam-se o fósforo e magnésio.

Salsa

A Salsa muitas vezes pouco valorizada. A maioria das pessoas não se apercebe que este vegetal tem mais usos do que o enfeite decorativo que acompanha as refeições. Desconhecem que a salsa é, na realidade, um armazém de vitaminas e minerais e que apresenta um sabor verde e vibrante delicioso.
A salsa apresenta um valor energético muito baixo. É constituída maioritariamente por água. O teor em hidratos de carbono, proteínas e gordura é também baixo. Ainda é de destacar o elevado teor em vitaminas A e C e ácido fólico.

Tomate

O tomate é o fruto da planta Lycopersicon lycopersicum, originária do Centro e Sul da América. É rico em licopeno, um antioxidante muito potente que evidencia ter um papel relevante na prevenção de certos cancros. Além do "superpoderoso" Licopeno, os tomates são também fontes de Vitamina C e de Potássio, mineral importante no controlo da pressão arterial, nas contracções musculares, na saúde das artérias e na manutenção dos líquidos celulares.